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Pare de contar o dinheiro dos outros

By 12 de abril de 2018 No Comments

Algumas vezes nos deparamos comparando nossas vidas financeiras às das outras pessoas.

Talvez seja algo natural, uma característica do ser humano.

Recentemente estava com um cliente que já estava rompendo a marca do seu primeiro milhão de reais.

Notei uma leve preocupação se isso era um bom número comparado aos seus pares (leia-se pares como aquelas pessoas da mesma faixa etária, estado civil e condição social).

Expliquei que no fundo o que vale mesmo é a sua jornada para encontrar o seu objetivo, ou seja, se ele atingiu ou não o seu número para uma aposentadoria tranquila, o resto é papo para boi dormir, como diria o meu avô, pois não mudará em nada a vida dele.

Mas existem outras razões para evitarmos comparar a nossa vida financeira atual com a dos outros.

Ás vezes ao ver alguma pessoa com um carrão bacana, uma casa maravilhosa ou fazendo a viagem dos sonhos, pode trazer aquela sensação de desconforto. Afinal, você trabalha muito e não consegue conquistar as mesmas coisas. Chegamos a nos questionar se estamos fazendo algo errado.

Nesses momentos, lembre-se que existem pelo menos duas coisas que você não sabe:

  1. O que está passando na vida daquela pessoa e qual condição ele comprou aquele carro e muito menos de que forma isso está afetando a vida financeira dele. Talvez esse carro nem seja dele;
  1. Ou então, talvez o carrão seja realmente dele e foi conquistado por mérito próprio. O que mostra que a sua condição financeira é muito melhor do que a maioria dos pobres mortais. No entanto, você não sabe o quanto ele ralou para chegar lá, quantas noites ele passou trabalhando em claro ou tudo o que ele abriu mão durante boa parte da vida para conquistar a condição financeira que tem hoje.

Portanto pare de focar naquilo que você não sabe, isso pode estar te fazendo mal e não vai te levar a lugar algum.

Passe a focar naquilo que você sabe, naquelas atitudes que irão te gerar resultado e, aos poucos, poderão transformar a sua vida financeira.

Um grande abraço,

Marcelo Siqueira